O Museu da Cidade é, por si só, um corpo estranho à cidade do Porto, uma vez que ocupa alguns dos locais mais nobres da Cidade através de uma rede cultural que se espalha pela malha urbana. No entanto, muitos dos seus espaços passam despercebidos aos seus habitantes e foi este mesmo o ponto de partida conceptual para o desenvolvimento da sua imagem.
Urgia a criação de uma linguagem própria, ajustada a cada espaço, e que simplificasse a sua comunicação como um todo, tendo desta forma uma presença mais consistente numa cidade que é hoje um ponto de passagem obrigatório. Pretende-se que a marca represente um espaço de abertura, uma representação quase literal de um abrir de portas, uma abertura à cidade tão necessária para a marca.